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Codifica-se HTML por comida

Como os mais próximos sabem, Marcelo e eu somos professores de tecnologia web na Unifev. Nessa convivência com os estudos e alunos nos deparamos com muitas coisas estranhas. Olha só uma. Os alunos pagam durante alguns anos uma faculdade para, no final, sairem trabalhando a qualquer preço.

Foi essa conclusão que tivemos ao depararmos com uma situação onde os alunos assustaram ao mensionarmos os valores de projetos web. Na concepção deles, um site não pode ultrapassar R$ 500,00.

Meus caros, já ouviram falar de impostos e serviços terceirizados? Energia, telefone, internet, hospedagem, pdv, funcionário e imposto para tudo isso? Tem um alto custo. Existem projetos que podem ser bem pagos com este valor, dentro do seu quarto morando com os pais e balada apertada no fim da semana. Para manter uma empresa, é necessário muito investimento em publicidade também que, nada nada, um outdoor durante 15 dias vai te custar R$ 450,00.

Deixo aqui meu insentivo aos futuros profissionais para que valorizem seu trabalho, seu investimento, seu tempo. Hoje, o diferencial é o atendimento e a entrega de um trabalho bem feito e funcionando, ao contrário de muitas empresas ou profissioanis liberais que não prezam por isso. E não se preocupem, não precisam codificar html por comida, apesar de muitos prostituirem o mercado, o que não percebem é que falta o básico: atendimento preferencial ao cliente. Pense nisso e boa sorte!

radidades

A maior biblioteca pessoal de livros e manuscritos brasileiros foi parar no site Brasiliana (www.brasiliana.usp.br). A coleção abriga 17 mil títulos. Entre as preciosidades que estão no site, há o primeiro livro publicado no Brasil, em 1747, a primeira edição da obra de Hans Staden, de 1557, e o primeiro Dicionário da Língua Portuguesa.

Para algumas pessoas isso com certeza pode ser o fim do mundo, pois com a chegada do HTML5 e o formato de vídeo aberto ogg poderíamos criar facilmente vídeo players na web sem a utilização de Flash. O Youtube já provou que isso é possível com sua página teste desenvolvida em HTML5, você só precisa de um browser capaz de entender corretamente as tags <audio> e <video> para ver o funcionamento da página.

Se ainda está curioso para saber mais sobre o poder das tags <audio> e <video>, veja abaixo o vídeo do site TechCruch onde o diretor do Mozilla Firefox mostra o que poderá ser feito em relação a áudio e vídeo quando o HTML5 for lançado:

RIO DE JANEIRO, 17 de junho – Segundo uma nova pesquisa da Zogby Interactive divulgada nos Estados Unidos, a Internet é, com ampla vantagem, a fonte de informação mais popular, ficando acima da televisão, do rádio e dos jornais.

O meio online foi eleito também como o preferido para obter notícias. De acordo com relatório da Zogby, mais da metade dos entrevistados disseram que escolhem a Internet como fonte de informação. A televisão vem em segundo lugar, com 21%, e o rádio e os jornais vieram depois, com 10%.

Ainda segundo a empresa de pesquisa, mesmo com a grande margem, poucos adultos no país consideram sites sociais, como Orkut e Facebook, boas fontes de informação. Apesar disso, a Internet foi escolhida por 40% de adultos entrevistados como a fonte de notícia mais confiável, sendo seguida por televisão (17%), jornais (16%) e rádio (13%). JW.

Fonte: Jornalistas da Web